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quarta-feira, 27 de julho de 2016

Sumiço

UAU! Fiquei mais de dois meses sem escrever. Mais de DOIS meses! :O Nem notei! Quer dizer, sabia que fazia tempo que não escrevia, mas não achei que já fizesse tanto tempo. Bom, então agora eu tenho um monte de coisa pra contar, o que por um lado vai ser legal, não vou ter de ficar caçando assunto... hahahaha
Eu estava assim, de boas, curtindo um sosseguinho...

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Feira do Advento

Quando o Igor estava na escola, no Brasil, eu adorava essa época da chegada do Natal por causa do bazar de natal da escola dele! Claro que era uma trabalheira antes, durante e depois, mas era tão gostoso passar o dia com as crianças num lugar próximo de verde, com outras várias crianças e um clima agradável (falo das pessoas...).
E não é que tivemos tudo isso outro dia???
Feira do Advento na Titirangi Rudolf Steiner School.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Ironia

Quando eu estava na faculdade, eu fiz um trabalho sobre ironia em literatura alemã. O seminário foi, como não podia deixar de ser, bem irônico e eu adorei o tema, o trabalho, meus colegas de grupo. É uma daquelas coisas que eu olho com orgulho por ter feito. Sem contar que entrei em contato com Schlegel, a quem desconhecia (até comprei dois livros dele na época, de tão apaixonada que fiquei... hehehe).
Pois bem, voltando aos nossos dias, uma das coisas que me desagrada na maioria das escolas é a necessidade de se permanecer sentado a maior parte do tempo. Tanto que quando saí em busca de escolas para o Caio (e depois para a Anna), um dos critérios de exclusão era a presença ou não de mesinhas e cadeiras (estou falando de um bebê e uma criança de 3 anos, veja bem!). Imagina quantas eu excluí por causa desse mobiliário...

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Lutar contra o sistema

Há certo tempo eu vi este vídeo no TED Talk, em que Manal al-Sharif quebra o tabu de dirigir na Arábia Saudita. Lá não há uma lei que proíba as mulheres de dirigir (e isso ela explica no vídeo), mas nenhuma mulher ousava dirigir por um tipo de convenção social-religiosa. E, a duras penas, ela quebra o tabu dirigindo e incentivando outras mulheres a fazer o mesmo ao postar um vídeo na internet. Não foi um caminho fácil para ela, que foi presa, teve o irmão preso e o pai teve de ouvir, durante o sermão na igreja (mesquita? Sei lá…), que as mulheres que dirigiam eram prostitutas. Além, é claro, de meninos na escola terem batido em seu filho.

domingo, 3 de agosto de 2014

A escola perfeita

Eu sei, eu sei... Só estou brincando! Não, não existe escola perfeita, porque não existe nada perfeito nessa vida. Mas eu fico imaginando como seria a escola perfeita para mim...
Ela seria um prédio? Sim, também, mas com varandas grandes se ficasse num lugar quente e com uma área grande perto de uma lareira se ficasse num lugar frio. Ela também teria pomar, horta e jardim. Ela teria muito espaço externo e muito espaço interno também, mas os espaços internos não teriam portas intransponíveis, nem mesas nem cadeiras. Mesas ficariam nos laboratórios e na cozinha apenas. Teria uma biblioteca bem bacana, com um monte de almofadas no chão.