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quarta-feira, 1 de junho de 2016

Festinha inusitada...

Um dia estávamos de bobeira em casa e pensamos: "Pôxa, podíamos fazer alguma coisa...". Aí o Jorge vira e fala: "Hmmm... Eu acho que hoje vai ter alguma coisa no Parrs Park (do lado de casa)". "Ah, é?", eu digo. E começo a procurar na internet. E tinha mesmo! E era muito diferente! E foi muito legal termos ido!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Português como língua de herança

Eu sou professora! Bom, já falei aqui que sou professora de português como língua estrangeira, mas agora também sou professora de português como língua de herança! Sim, sim... Nem sabia direito que isso existia, até vir morar aqui, do outro lado do globo, e descobrir que há um esforço de algumas famílias brasileiras de manter a língua portuguesa e a cultura brasileira vivas em suas casas e em sua convivência comunitária.
E eu me tornei professora de alguns pequenos, filhos de famílias que se preocupam com isso e fazem esse esforço. 
Grupo Brasileirinho na apresentação do Brazilian Day Festival.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Anna me surpreende...

Sei que o que vou escrever agora é o maior lugar-comum, mas vou escrever mesmo assim! :p Você pode pular esse post, se achar melhor (mas não deixe de ver as fotos da Anna, né...? Coisa fofa a gente não pode dispensar!).
As crianças (e nossos filhos) nos surpreendem demais! Pelo menos para mim essa sensação é fortíssima. Quando eu penso A eles me mostram o abecedário inteiro e fico pensando como sou simplista... 
Com a Anna, claro, não podia ser diferente. Essa menininha veio para me surpreender numa porção de coisas...
Por exemplo, não posso esperar que ela pegue meus sapatos para brincar de ser mamãe ou gente grande.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Farsa ou vida?

Às vezes, só às vezes, sinto-me uma farsa. Sabe quando a gente tem a impressão de que falando é uma coisa, mas no vamos-ver é outra?
Digo isso especialmente com relação a ser unschooler. Acho que proporciono tão pouco para minhas crianças, especialmente quando leio os textos das blogueiras que acompanho (uma é homeschooler e a outra é unschooler) e vejo o quanto elas fazem com as crianças delas.
As minhas ficam assim... Descansando... :p 

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Post difícil...

Faz tempo que não escrevo. Nem posso dizer que foi porque não tive tempo (disse isso para o Jorge anteontem, mas é preciso admitir a mim mesma...). Não escrevi porque vim elaborando esse texto dentro de mim com os últimos acontecimentos. Antes de ir para a autorreflexão, vamos às notícias, que sempre são bem-vindas!
Igor assim que chegou em casa, depois de 21 dias de hospital.

sábado, 25 de abril de 2015

Encontros

Temos um novo guest em casa! Um ex-colega de classe (fizemos inglês juntos no Brasil) está aqui com a gente por um período, enquanto estuda inglês e curte a Nova Zelândia.
Preciso dizer que as crianças adoraram?
E elas adoram, principalmente, mostrar suas descobertas para alguém mais empolgadinho que eu.
Mas verdade seja dita: eu adoro as descobertas deles! Fico toda coruja, mostrando pra todo mundo o que meus pimpolhos andam aprontando... Quer ver? Cá vai uma das últimas experiências:
Essa experiência aconteceu no quarto do hóspede, veja só! Dá para sacar o que é? Talvez a próxima foto dê uma dica mais fácil...

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Pratica, criançada, pratica...

Eu não sei se eu já comentei aqui, mas li um livro chamado Outliers, que abre a discussão sobre a meritocracia, a "sorte", o "dom" etc. Em um momento do livro o autor afirma que todas as pessoas consideradas muito boas em algo (seja qual for a área) precisaram antes praticar cerca de 10 mil horas. E ele praticamente conclui que se qualquer um apaixonado ficar 10 mil horas praticando será um gênio naquela área.
Adotamos essa marca para incentivar as crianças a não desistir (e nos incentivar, também)! Às vezes falamos: faltam só umas 9 mil horas, você consegue! :p

terça-feira, 24 de março de 2015

Aprendendo coisas novas...

Eu disse aqui que o Igor está acompanhando o Manual do Mundo, né? Então vira e mexe experiências e receitas novas aparecem por aqui...
Uma bem bonita (e não tão gostosa porque eu não gosto de gelatina) foi a gelatina de arco-íris. Pena não termos a forma de silicone para desenformá-la de forma perfeita... Ela se quebrou! :'( O Igor ficou bem chateado, mas olha só como ficou lindona:


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Homeschooling no Brasil

Uma amiga me enviou o link dessa reportagem, que fala sobre algumas famílias homeschoolers no Brasil, ou seja, famílias que educam os filhos em casa.
O texto é claro ao afirmar que não há uma legislação para o caso e que vai depender muito da interpretação do juiz, mas como há uma associação e os números estão crescendo (e também tem aquele projeto de lei que está na câmara, arquivado, mas vai que sai, né?), acredito que em breve isso começará a fazer parte da burocracia educacional do nosso país. O que seria bem bacana. :D

Ninguém ensinou formalmente, mas a Anna está arrasando nas pessoinhas!

sábado, 14 de fevereiro de 2015

"Formalizando" o aprendizado

Finalmente, depois de muita enrolação, conseguimos terminar o documento para o Ministério da Educação (sobre o qual comento aqui). Pois é, pois é... praticamente quatro (isso mesmo: QUA-TRO) meses depois! Primeiro eu fiquei pensando por que, raios, eu enrolei tanto para fazer esse negócio... Acho que pode ter sido o fato de eu querer estar cada vez mais fora da caixa. E uma burocracia como essa, invariavelmente, me leva para dentro do esquema (que, cá entre nós, é bem bacana e flexível até! Comparando com o Brasil ou a Alemanha, por exemplo, é tudo de bom!).
O que tem acontecido aqui dentro que me faz ter essa reação a um simples documento?
Cheguei até a pensar que meu coração está um tanto quanto anarquista... hahaha


domingo, 7 de dezembro de 2014

O que ou como?

Semana passada fiquei refletindo sobre uma pergunta que o Igor me fez. Ele me perguntou assim: "Mãe, como você faz para encontrar na internet um nome de um filme do qual você não se lembra?".
Sei que não foi a primeira vez que ele me perguntou "como", mas foi a primeira vez que eu senti que ele queria realmente saber do processo e não do resultado final. Vou dar um outro exemplo. Digamos que ele me perguntasse: "Mãe, como eu faço uma bolha de sabão grande?". Eu vou entender que ele quer saber os passos, objetivamente, e não a minha experiência com o processo. Agora, se ele quisesse chegar a essa experiência, eu acho que ele perguntaria assim: "Mãe, o que eu preciso fazer para ter uma bolha de sabão grande?".

Alfabetização e a desescolarização por aqui...

Antes de mais nada, devo explicar por que demorei tanto para escrever. O principal motivo foi que o Caio e o Igor estavam brincando de jogar almofada um no outro e, de repente... POF! A almofada bateu numa garrafa d'água que estava do lado do computador que caiu e molhou meu lindo amiguinho de todas as horas. Conclusão: algumas teclas estão doidinhas da silva e é horrível digitar lá. Tive de adaptar o tablet como teclado, apenas para terminar um trabalho, porque digitar no tablet é pedir para ficar com tendinite (não dá para apoiar as mãos, pois é touch...).
Um "Angelo" me emprestou um notebook para eu poder continuar trabalhando e, depois de entregar mais uma fase de um novo trabalho... voilà! Aqui estou, cheinha de novidades para contar!

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Organizando a bagunça por aqui...

Aqui na Nova Zelândia você não pode ser unschooler declarado, mas o governo tem uma lei que defende que famílias eduquem em casa, com ou sem o auxílio do governo.  Para usar essa lei as famílias precisam pedir autorização para o Ministério da Educação por meio de um relatório completo de como você pretende educar sua ou suas crianças.
Esse relatório pode até conter todas as suas crenças com relação à educação e a como seu filho ou filha vai aprender (e essa descrição pode se casar com as características do unschooling), mas você não pode simplesmente dizer "vou deixar meu filho ou filha me mostrar como quer aprender". Quer dizer, até pode dizer isso, mas as chances de o governo lhe dar a autorização caem drasticamente, pois essa frase está no manual como não adequada... ;) Fica a dica! hahahaha

Esperar é preciso...

Eu estava bem ansiosa com a saída da Anna das fraldas. Já tinha tentado deixá-la sem fralda algumas vezes, mas desde que nos mudamos, voltei atrás por causa do carpete. Limpar xixi no carpete n vezes ao dia não estava nos meus planos.

Anna tomando banho de roupa na varanda e o Caio horrorizado com a invenção da irmã. Melhor que xixi na roupa, diz aí, Anna!

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Notícias de nós

Nós ainda estamos morando na casa de uma família brasileira, mas nossos dias por aqui estão contados… Por isso, estávamos procurando casa para alugar. Encontramos uma pertinho da Thaís (ai, que coisa chata, ter de vê-los toda semana!! hahaha). Nós nos damos muito bem com eles; são uns fofos! Sem contar que eles têm um gosto culinário muito parecido com o meu. Nesse fim de semana, por exemplo, fomos experimentar o Velvet Burger, que eles disseram que era muito bom. E não é que o lugar é muito bom, mesmo? Se eu tivesse de escolher entre Velvet e Burger Fuel, ia ser um páreo duro. Ainda bem que podemos ficar com os dois!
Ah, só de vez em quando, pois a conta ficou bem salgada...
O ambiente também é bem agradável...

domingo, 17 de agosto de 2014

E a convivência…

A Lia, querida, me mandou um e-mail pedindo que eu escrevesse um texto sobre as relações entre as crianças, quando há empurrões, brigas, uso da força (seja fisicamente, seja no grito), exclusão etc. Ela disse achar o mundo infantil bem "selvagem" e gostaria de saber como as minhas crianças são tratadas nessa selva… Pois bem… Eu não me sinto uma pessoa muito "letrada" nesse tema para escrever com propriedade, mas vou escrever um texto bem pessoal e espero dar conta da reflexão que ela me propõe.
Então… já ouvi muitas vezes essa expressão de que "crianças são más por natureza", são egoístas, são impulsivas e violentas. Ora eu concordo com ela, ora eu discordo.

domingo, 3 de agosto de 2014

A escola perfeita

Eu sei, eu sei... Só estou brincando! Não, não existe escola perfeita, porque não existe nada perfeito nessa vida. Mas eu fico imaginando como seria a escola perfeita para mim...
Ela seria um prédio? Sim, também, mas com varandas grandes se ficasse num lugar quente e com uma área grande perto de uma lareira se ficasse num lugar frio. Ela também teria pomar, horta e jardim. Ela teria muito espaço externo e muito espaço interno também, mas os espaços internos não teriam portas intransponíveis, nem mesas nem cadeiras. Mesas ficariam nos laboratórios e na cozinha apenas. Teria uma biblioteca bem bacana, com um monte de almofadas no chão.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Terrible two and teenager...

E a Anna fez dois anos!!! :)
Minha bebê está cada dia com mais jeito de menina e está, pouco a pouco, reconhecendo isso em si mesma. Outro dia eu a apertei e disse: "Ouh, menininha linda da mamãe!". E ela: "-ninha, não". Aí tive de corrigir pra meninona linda da mamãe… rs…
Preparativos para a festinha...

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Passeios em Auckland e gratidão

Estamos em Auckland, cuidando da casa e da cadelinha de um casal de amigos, como comentei no último post. 
Igor passeando com o bebê-Caio perto da casa desses nossos amigos. Não é um sonho esse passeio?