Eu sempre me considerei feminista. Meu primeiro poema, aos 8 anos, tinha cunho feminista. Minha mãe era feminista e ia aos encontros da União de Mulheres, em São Paulo. Até conheci a Amelinha.
Mas então no parto da Anna algo se acendeu em mim. Algo diferente, uma nova forma de pensar e ver o mundo. Me redescobri feminista, reconheci meu discurso machista. Me vi leoa.