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terça-feira, 7 de julho de 2015

terça-feira, 21 de abril de 2015

Pequenas alegrias, grandes gentilezas

Ontem foi um dia normal, mas muito feliz...
Tudo começou como um dia comum, igual a tantos outros. Crianças discutindo, beliscando, gritando, lutando por espaço... Mas não sei dizer bem por quê, só sei que eu estava vendo com olhos de arco-íris. Estava tranquila, não me sentia exausta em ajudá-los a resolver algum conflito pela 1.345.287ª vez.
Então o Igor aceitou um convite para ir brincar na casa dos amigos e eu aproveitei que ele ia sair e fui ao mercado com os dois menores. Assim ninguém chora porque um saiu e ele/a não...
Fomos caminhando e durante o caminho eu estava leve e feliz. Vê-los parar para ver pedrinhas, folhinhas e passarinhos mortos (ô, dó!) não estava sendo um empecilho para mim.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

1 ano de NZ

Pois é! Hoje faz um ano que aportamos na Terra Média!
Não sabíamos o que queríamos, mas sabíamos o que não queríamos: ficar estagnados. E voilà! Partimos para uma aventura. 

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Capítulo 5 - A terceira gravidez

Como disse, a gravidez da Anna foi bem turbulenta. Foi uma gravidez não planejada (mas desejada, porque eu tinha intenção de ter um terceiro filho) que me deixou envergonhada (!) no trabalho, pois descobri a gravidez um mês e meio depois de entrar na nova empresa.
Agora até fico refletindo sobre isso: que sistema mais maluco é esse que me faz sentir envergonhada/culpada de ter engravidado, de estar com gripe ou dor de garganta? Maluco...
Por causa desses sentimentos, escolhi começar meu pré-natal rapidamente com a minha parteira (a mesma que havia atendido ao parto do Caio, em casa) e com uma terapeuta. Elas foram essenciais em muitos momentos.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Capítulo 4 - As escolas

Comecei a trabalhar pertinho de casa. Ia almoçar com o mais velho em casa, mas precisava, ainda, deixar o Caio na escola em período integral.
Matriculamos o pequeno numa escola montessoriana. Contratamos uma perua escolar para trazê-lo. Entretanto, mesmo sendo há poucos quilômetros de casa, de sexta-feira ele chegava a ficar 1 hora no trânsito. Chegava cansadinho, mal-humorado. Ou, então, elétrico do pirulito que ganhava...

terça-feira, 9 de julho de 2013

Capítulo 3 - A distância aumenta, a distância diminui

Continuando a história do apartamento, estávamos bem e felizes e muito endividados. Porque, além do financiamento, devíamos toda a minha família: tio, tia, avó, mãe, irmão... Todos que puderam ajudar o fizeram e eu sentia-me com uma dívida de sangue. Fora isso tinha o financiamento, as prestações feitas com piso, armários da cozinha, aquecedor a gás, duchas e lâmpadas (o mínimo que achávamos necessário na época para poder mudar).

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Capítulo 2 - Parto em casa

O parto do Caio foi rápido. Ao todo, entre o início do trabalho de parto e estarmos vestidos e "apresentáveis" (hehehe) não passou mais que 3 horas. Entretanto, naquela simplicidade de receber um filho em minha cama, algo maior nascia dentro de mim. Eu podia questionar! Eu podia fazer diferente! E, o melhor: era bom pra mim.
Eu e meu marido ficamos encantados com a beleza e sincronia da natureza. Percebemos que quanto menos o ser humano interfere, mais bonito é o evento fisiológico. Mais amor tem no ar. Mais respeito e dedicação.
Naquele momento não nascia apenas um bebê (lindo, diga-se de passagem...), mas uma nova família.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Capítulo 1 - O blog

"Pé pra fora" (ou Pê pra fora...) é o nome do blog. É assim que eu e meu marido nos sentimos. Nem é uma coisa muito complicada afinal, mas vamos partir do começo...
No começo eu me questionei sobre a qualidade e a quantidade do tempo que ficava com meu filho mais velho. Na época, com cerca de 4 anos.
Eu trabalhava o dia todo do outro lado da cidade, levava-o comigo, pois a escola em que ficava em período integral era do lado do trabalho, chegávamos em casa muito tarde, tomávamos banho e dormíamos. Convivíamos no ir e vir e aos finais de semana.
Até aí, normal, quem não faz isso?